!!!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Um adeus
rasgue-se de mim, velho poema
faça força contra minhas espirais
será tão linda folha solta flanando
nas línguas dos ventos elíseos
para distante dos encadernados
desertos
sua canção não será esquecida
tampouco amputada da boca
que a balbuciará nas batalhas
e nos alvíssimos invernos exílios
na toca oca sob chorares vermelhos
incertos
e estará no umbigo dos recém natos
que urram leoninamente búdicos
em campos multicolores solares
onde animais e entes a entoam
despertos
faça força contra minhas espirais
será tão linda folha solta flanando
nas línguas dos ventos elíseos
para distante dos encadernados
desertos
sua canção não será esquecida
tampouco amputada da boca
que a balbuciará nas batalhas
e nos alvíssimos invernos exílios
na toca oca sob chorares vermelhos
incertos
e estará no umbigo dos recém natos
que urram leoninamente búdicos
em campos multicolores solares
onde animais e entes a entoam
despertos
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Paracaê
O ar flui aqui e lá
O fogo flama aqui e lá
A água escola aqui e lá
A terra ampara aqui e lá
Aqui e lá e lá e lá
Helena
I’m getting better and better and beta
Roberta
O ferro funde lá e aqui
A árvore amplia lá e aqui
O sangue sofre lá e aqui
A alma acorda lá e aqui
Lá e aqui e aqui e aqui
Aquiles
I’m going on and on and on
Little John
O fogo flama aqui e lá
A água escola aqui e lá
A terra ampara aqui e lá
Aqui e lá e lá e lá
Helena
I’m getting better and better and beta
Roberta
O ferro funde lá e aqui
A árvore amplia lá e aqui
O sangue sofre lá e aqui
A alma acorda lá e aqui
Lá e aqui e aqui e aqui
Aquiles
I’m going on and on and on
Little John
sábado, 19 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Desde Occitânia
Meninos perdidos se encontram quando se tornam homens
As sombras desaparecem em caminhos quando percorridos
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
Todos os seres são novamente crianças e pássaros e lírios
No centro do templo, entre pedras feridas, surge um jardim
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
O amor relembra em silêncio o seu primeiro nome
No trono-pira, o rei agonizante chama por sua mãe
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
As sombras desaparecem em caminhos quando percorridos
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
Todos os seres são novamente crianças e pássaros e lírios
No centro do templo, entre pedras feridas, surge um jardim
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
O amor relembra em silêncio o seu primeiro nome
No trono-pira, o rei agonizante chama por sua mãe
E o cego ao bandolim canta sua balada de redenção
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Fotografias
A escultura salta da rocha
O olhar reluz entre os arbustos
O moço corre pela cidade
Tudo um só movimento
Romper da crisálida
Suspirar do primeiro anfíbio
Projeto Manhattan
Elohin: Faça-se a Luz
Quentura menina na minha mão
Leonino urrar da recém-nascida
Passo irrompe a estrada
Buda entre as árvores
A gota doce do seio salgado
A mente sem corpo do cinema
Olhar em quarenta e cinco graus
O útero oceano em paz
O olhar reluz entre os arbustos
O moço corre pela cidade
Tudo um só movimento
Romper da crisálida
Suspirar do primeiro anfíbio
Projeto Manhattan
Elohin: Faça-se a Luz
Quentura menina na minha mão
Leonino urrar da recém-nascida
Passo irrompe a estrada
Buda entre as árvores
A gota doce do seio salgado
A mente sem corpo do cinema
Olhar em quarenta e cinco graus
O útero oceano em paz
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
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